Espaço Saúde

Aids


A aids é a sigla em inglês da Síndrome da Imunodeficiência Adquirida. É causada pelo HIV, vírus que ataca as células de defesa do nosso corpo. Com o sistema imunológico comprometido, o organismo fica mais vulnerável a diversas doenças, um simples resfriado ou infecções mais graves como tuberculose e câncer.


Mas, atenção! A AIDS é o estágio mais avançado da infecção pelo HIV. Uma pessoa pode passar muitos anos com o vírus sem apresentar sintoma algum. A duração desse período depende da saúde e dos cuidados do soropositivo com o corpo e alimentação.



Quanta mais cedo a infecção for descoberta, melhor. Portanto, faça o teste sempre que se expuser ao HIV.

Há alguns anos, receber o diagnóstico de AIDS era quase uma sentença de morte. Atualmente, porém, a AIDS pode ser considerada uma doença de perfil crônico. Isto significa que é uma doença que não tem cura, mas tem tratamento e uma pessoa infectada pelo HIV pode viver com o vírus por um longo período, sem apresentar nenhum sintoma ou sinal.


Isso tem sido possível graças aos avanços tecnológicos e às pesquisas, que propiciam o desenvolvimento de medicamentos cada vez mais eficazes. Deve-se, também, à experiência obtida ao longo dos anos por profissionais de saúde. Todos esses
fatores possibilitam aos portadores do vírus uma sobrevida cada vez maior e de melhor qualidade.

Sintomas
A AIDS não se manifesta da mesma forma em todas as pessoas. Mas os sintomas iniciais geralmente são semelhantes e comuns a outras doenças. Os mais frequentes são gripe persistente, perda de peso, diminuição da força física, febre intermitente (a pessoa fica febril e melhora, e febril novamente com muita frequência), dores musculares, suores noturnos, diarreia.


Como muitas pessoas passam anos sem apresentar sintoma algum, faça o teste sempre que passar por uma situação de risco. O indicado é esperar, pelo menos, um mês após essa possível exposição ao vírus. Esse é o tempo que o organismo leva para produzir anticorpos suficientes que possam ser detectados nos testes de laboratório.

Formas de contágio

ASSIM PEGA
• sexo vaginal sem camisinha;
• sexo anal sem camisinha;
• sexo oral sem camisinha;
• uso da mesma seringa ou
  agulha por mais de uma pessoa;
• transfusão de sangue
  contaminado;
• mãe infectada pode passar o HIV
   para o filho durante a gravidez,
   o parto e a amamentação;
• Instrumentos que furam ou cortam,
   não esterilizados.

  ASSIM NÃO PEGA
• sexo, desde que se use
   corretamente a camisinha;
• masturbação a dois;
• beijo no rosto ou na boca;
• suor e lágrima;
• picada de inseto;
• aperto de mão ou abraço;
• talheres / copos;
• assento de ônibus;
• piscina, banheiros, pelo ar;
• doação de sangue;
• sabonete / toalha / lençóis.

Prevenção: o uso da camisinha

Diversos estudos confirmam a eficiência do preservativo na prevenção da AIDS e de outras doenças sexualmente transmissíveis. Em um estudo realizado recentemente na Universidade de Wisconsin (EUA), demonstrou-se que o correto e sistemático uso de preservativos em todas as relações sexuais apresenta uma eficácia estimada em 90-95% na prevenção da transmissão do HIV. Os autores desse estudo sugerem uma relação linear entre a freqüência do uso de preservativos e a redução do risco de transmissão, ou seja, quanto mais se usa a camisinha, menor é o risco de contrair o HIV.